Sophos promove o Partner Experience Brasil 2026 e reforça liderança em IA e prevenção ativa na cibersegurança
Com a participação de seus principais parceiros no país, a Sophos realizou em São Paulo o Partner Experience Brasil 2026, encontro estratégico focado em acelerar o crescimento dos canais por meio de serviços de detecção e resposta gerenciada (MDR) e de um modelo de suporte operacional mais inovador e integrado. O evento reuniu executivos de canais, distribuidores e parceiros-chave para debater o cenário atual de ameaças digitais e o papel da Inteligência Artificial combinada a abordagens proativas na proteção das empresas brasileiras.
Wagner Tadeu, Vice-Presidente de Vendas da Sophos para a América Latina, foi responsável pela abertura do encontro. Em seu discurso, destacou a trajetória de liderança da empresa no segmento de segurança da informação e a importância do ecossistema de canais para a estratégia global. Segundo ele, o Partner Experience 2026 acontece em um ponto de inflexão para o setor: a companhia quer “reduzir a linha de pobreza da cibersegurança”, levando resiliência digital a organizações de todos os tamanhos por meio do avanço tecnológico e de serviços acessíveis.
Com uma base superior a 600 mil clientes no mundo, a Sophos transforma o grande volume de dados e incidentes analisados em inteligência coletiva, fortalecendo sua capacidade de prevenção ativa. Wagner ressaltou que a IA vem mudando radicalmente a velocidade, a escala e a complexidade das ameaças, o que obriga o mercado a repensar seus modelos de defesa. O compromisso da companhia, reforçou o executivo, é garantir que essa proteção de ponta, baseada em IA e em análises avançadas, esteja ao alcance das empresas por meio da atuação dos parceiros.
Para Rodolfo Castro, Gerente Sênior de Engenharia de Vendas para a América Latina, a evolução das táticas dos cibercriminosos exige uma resposta igualmente dinâmica. Ele observou que, à medida que os atacantes incorporam IA para automatizar, acelerar e sofisticar seus ataques, a defesa também precisa se modernizar com rapidez. Nesse contexto, a plataforma da Sophos e o lançamento previsto de seu Next-Gen SIEM neste ano foram apresentados ao público como evidências da construção de um verdadeiro sistema de defesa unificado.
Castro explicou que o modelo proposto pela Sophos combina automação e supervisão humana: a Inteligência Artificial faz a triagem e a correlação massiva de eventos, enquanto analistas especializados mantêm o controle sobre as decisões críticas de segurança. Esse desenho garante que a tecnologia amplifique o olhar humano, em vez de substituí-lo. O grande diferencial dessa abordagem, segundo ele, está em democratizar uma segurança de alta performance, independente do porte da empresa ou da existência de um CISO dedicado.
Outro ponto enfatizado por Rodolfo foi a operação sob uma arquitetura única e convergente. Nessa estrutura, qualquer detecção em um ponto da rede – seja em um endpoint, servidor, aplicação em nuvem ou firewall – dispara automaticamente ações de mitigação em todo o ambiente. Essa visão integrada reduz o tempo entre a detecção e a resposta e impede que ameaças isoladas se transformem em incidentes generalizados.
Daniela Arroyo, Latam Channel Sales Engineer na Sophos, trouxe ao debate a perspectiva do cenário brasileiro de ameaças. Ela alertou que o Brasil se consolidou como um epicentro da próxima geração de ciberataques avançados, com campanhas cada vez mais persistentes e bem orquestradas. Nesse contexto, afirmou, não basta investir apenas em camadas tecnológicas estáticas: torna-se essencial adotar um modelo de cibersegurança como serviço, operado em tempo real e apoiado em monitoramento contínuo.
Segundo Daniela, os adversários já aprenderam a contornar defesas tradicionais, aproveitando brechas em dispositivos pouco protegidos, canais de comunicação e aplicações em nuvem. Para enfrentar esse quadro, a Sophos aposta na combinação entre a Sophos Central Intelligence – o cérebro analítico da plataforma – e o elemento humano, com equipes especializadas que interpretam o contexto dos alertas e tomam decisões informadas. Essa união entre IA e expertise humana cria um nível de proteção mais preditivo e adaptável.
Ela destacou ainda que a estratégia da companhia não se limita ao endpoint clássico. O foco da Sophos é expandir a proteção a toda a superfície de ataque: dispositivos móveis, aplicações de colaboração, e-mails, ambientes híbridos e workloads em nuvem. Essa abordagem ampla visa fechar lacunas que, frequentemente, são exploradas por invasores para ganhar o primeiro ponto de entrada em uma rede corporativa.
Além do conteúdo conceitual e das apresentações de estratégia, o Partner Experience Brasil 2026 se destacou pela ênfase em capacitação técnica. O evento ofereceu uma trilha de Breakouts Técnicos voltada a engenheiros, arquitetos de segurança e administradores de TI dos parceiros. No primeiro dia, a sessão “Proteção do Workspace: Deep Dive Técnico” proporcionou um mergulho prático em laboratórios virtuais, nos quais os participantes puderam simular cenários de ataque e resposta em ambientes controlados.
Nessa atividade, profissionais de canais tiveram a oportunidade de testar, na prática, recursos de detecção, contenção e remediação de incidentes, além de explorar configurações avançadas de políticas de segurança e automação. Esse formato de treinamento hands-on é essencial para que os parceiros consigam transformar o discurso de cibersegurança em entregas reais para seus clientes, com configurações alinhadas às melhores práticas e ao contexto de cada organização.
O segundo dia do evento foi totalmente dedicado à vertente técnica e aprofundou o tema “Converged XDR & MDR: Deep Dive Técnico” em três módulos sequenciais. Ao longo dessas sessões, foram discutidos tópicos como correlação de eventos em múltiplas camadas de proteção, uso de dados de telemetria para investigações mais rápidas e a importância da convergência entre XDR (Extended Detection and Response) e serviços MDR para instituições que não dispõem de grandes equipes próprias de segurança.
A programação técnica foi encerrada com o painel “Firewall: Cenário Atual e Evolução do Mercado”, que analisou o papel desses dispositivos em um contexto em que o perímetro de rede já não é mais tão definido como no passado. Foram abordados temas como a integração entre firewalls de próxima geração e soluções de XDR, o monitoramento de tráfego criptografado, proteção de ambientes híbridos e o impacto do trabalho remoto e do modelo de acesso distribuído nas políticas de segurança.
Por trás desse conjunto de iniciativas, está o objetivo central da Sophos de fortalecer o ecossistema de canais no Brasil. Ao investir em treinamento aprofundado, em ferramentas mais inteligentes e em serviços gerenciados, a companhia busca transformar seus parceiros em verdadeiros consultores de cibersegurança, preparados para orientar seus clientes na construção de estratégias de proteção que sejam ao mesmo tempo robustas e viáveis do ponto de vista financeiro.
Outro impacto direto dessa abordagem é a possibilidade de empresas de médio e pequeno porte acessarem um nível de defesa que antes era viável apenas para grandes corporações. Com ofertas de MDR, XDR convergente e SIEM de nova geração entregues como serviço, a barreira de entrada cai significativamente. Em vez de montar uma grande equipe interna de segurança, muitas organizações passam a contar com especialistas 24×7 atuando em nome delas, apoiados por IA e por uma plataforma que enxerga o ambiente de forma unificada.
O evento também reforçou o papel da IA como um divisor de águas na cibersegurança. De um lado, criminosos utilizam algoritmos para automatizar ataques de phishing, gerar códigos maliciosos mais rapidamente e personalizar campanhas de engenharia social em escala. De outro, empresas como a Sophos se apoiam em modelos avançados para identificar padrões anômalos, correlacionar sinais sutis de ataque e reduzir drasticamente o tempo de detecção. A disputa, portanto, passa cada vez mais pelo domínio da inteligência e da velocidade de resposta.
Dentro dessa lógica, a visão apresentada no Partner Experience é a de que a segurança do futuro será, necessariamente, híbrida: IA em primeiro plano, mas sempre supervisionada por profissionais especializados, com senso crítico e conhecimento de negócio. Não se trata de substituir analistas, e sim de permitir que eles foquem em decisões de alto impacto, enquanto tarefas repetitivas e análises massivas são automatizadas.
Ao final, o Sophos Partner Experience Brasil 2026 consolidou-se como um espaço de alinhamento estratégico, atualização tecnológica e fortalecimento de relacionamento com canais. Em um momento em que ataques se sofisticam e os prejuízos globais com crime cibernético atingem cifras trilionárias, a mensagem central do encontro foi clara: apenas com prevenção ativa, uso inteligente de IA, serviços gerenciados e um ecossistema de parceiros bem preparado será possível elevar o nível de maturidade em cibersegurança das empresas brasileiras.
Sobre a Sophos
A Sophos é uma das principais referências globais em segurança cibernética, protegendo mais de 600 mil organizações em todo o mundo por meio de um sistema de defesa nativo em IA. Sua arquitetura integra tecnologias avançadas, serviços gerenciados e inteligência global de ameaças para oferecer prevenção, detecção e resposta coordenadas em múltiplas camadas, com foco em acessibilidade e alta eficiência para empresas de todos os portes.
